Quinta-feira, Outubro 22, 2009
LINGUIÇA
Por Arnaldo Jabor
À medida que envelheço e convivo com outras, valorizo mais ainda as mulheres que estão acima dos 30. Elas não se importam com o que você pensa, mas se dispõem de coração se você tiver a intenção de conversar. Se ela não quer assistir ao jogo de futebol na tv, não fica à sua volta resmungando, pirraçando... Vai fazer alguma coisa que queira fazer...
E geralmente é alguma coisa bem mais interessante.. Ela se conhece o suficiente
para saber quem é, o que e quem quer. Elas definitivamente não ficam com quem
não confiam. Mulheres se tornam psicanalistas quando envelhecem. Você nunca
precisa confessar seus pecados... Elas sempre sabem... Ficam lindas quando usam
batom vermelho. O mesmo não acontece com mulheres mais jovens... Por que será,
hein?? Mulheres mais velhas são diretas e honestas. Elas te dirão na cara se
você for um idiota, caso esteja agindo como um! Você nunca precisa se
preocupar onde se encaixa na vida dela. Basta agir como homem e o resto deixe
que ela faça... Sim, nós admiramos as mulheres com mais de 30 anos!
Infelizmente isto não é recíproco, pois prá cada mulher com mais de 30 anos,
estonteante, bonita, bem apanhada, sexy e resolvida, há um homem com mais de
30, careca, pançudo em bermudões amarelos, bancando o bobo para uma garota de
19 anos... Senhoras, eu peço desculpas por eles: não sabem o que fazem! Para
todos os homens que dizem: 'Por que comprar a vaca, se você pode beber o
leite de graça?', aqui está a novidade para vocês: Hoje em dia 80% das
mulheres são contra o casamento e sabem por quê? Porque 'as mulheres
perceberam que não vale a pena comprar um porco inteiro só para ter uma
lingüiça!'
By Mariana às 12:45 PM
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Segunda-feira, Fevereiro 09, 2009
Mais uma vez venho falar de minha indignação com o sistema de Educação capitalista brasileiro.
Lógicamente que o aluno-cliente pode e deve reivindicar seus direitos e benefícios à instituição de ensino, principalmente por pagar uma rechonchuda mensalidade? Mas há limites no sistema de ensino que vão muito além da relação cliente-fornecedor e isso deve ser respeitado.
O imediatismo e a falta de ?compromisso contratual? na relação do aluno-cliente com a faculdade-empresa justificam o comportamento dos universitários da rede privada. Hoje, o aluno decide se vai, quando vai e porque vai à faculdade e, se este ou aquele ponto o desagrada, manda cortá-lo ou trocá-lo, como trocamos de plano de celular ou canal a cabo.
Fazendo uma analogia, concordo que se o produto não for bom, deve ser trocado?se houver defeito ou inutilidade. Mas, ao pagar por um produto que você desconhece e precisa ser instruído para saber usar, deve haver um respeito a essa inicial ignorância. É preciso confiar que está adquirindo o melhor produto?ou o melhor que você pode pagar.
É um absurdo comparar o ensino a um produto ou serviço do mercado. Eu ainda acredito que o professor tem um objetivo muito maior do que simplesmente passar umas horas derramando teorias por um salário miserável? Ensinar é um dom e está muito além de ler um livro e corrigir uma prova. A relação do professor com o aluno dentro de uma sala de aula comprova isso. Nós professores somos gurus, amigos e, muitas vezes, pais e mães de alunos ? carentes de informação e oportunidades. E é muito gratificante ver um canudo na mão de um aluno que lutou por quatro anos para conquistar um diploma (quando isso realmente acontece).
Hoje, generalizando, a conquista pelo diploma pode ser comparada com a vitória de ter conseguido bancar os anos de curso e não mais pela luta diária sobre os livros e aulas?
O mercado de trabalho ? que exige cada vez mais diplomas e cursos diversificados ? ao mesmo tempo que incentiva o aluno a correr atrás de diplomas, suga suas energias e desdenha o seu sacrifício pelos estudos. Explico: basta só ter um diploma? Há descaso quanto aos horários dos profissionais que tem aulas e trabalhos por fazer? Não há respeito ao dia-a-dia deste aluno que também trabalha. E qual é a consequência destas ações? O aluno também só liga para o diploma, quer concluir e dizer que fez o curso. E dá a mesma cruel importância ao que aprende? O importante é passar de ano e ter o diploma (até esse ?papel timbrado? precisa ser comprado, tamanho o ?mérito? da coisa).
Em desabafo, quem mais sofre com isso tudo é o professor. Eu sempre falo que o professor é o último a opinar e o primeiro a sofrer as consequências. Primeiro vem o aluno-cliente, depois a reitoria, a diretoria, a coordenação e talvez sobre um espacinho para o professor se manifestar. E ele que ouse deixar algum cliente de DP! É como obrigar o aluno a pagar por mais um serviço na fatura (ridículo pensamento, não? DP é reaprendizagem, não é punição ? e ainda que esta punição tem opção? muitos alunos deixam de cursar em tal faculdade se esta o entrega uma DP). Resultado, eles mudam para outra empresa-faculdade, que além de dar descontos e pacotes especiais, ainda desobrigam a pagar pela reaprendizagem?sem DP!!)
Sofro as consequências por querer ensinar da melhor maneira?E-N-S-I-N-A-R!! Por corrigir cada erro, por não aceitar a relação cliente-fornecedor? por lutar pelo ensino e pelo futuro dos meus alunos?
Infelizmente, aplicar reavaliação é punir o aluno?Deixá-lo de DP então? é justa-causa para a empresa!!
Até onde e quando isso vai?
By Mariana às 4:44 PM
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Sexta-feira, Janeiro 23, 2009
Tonight I'm gonna have myself a real good time
I feel alive
And the world is turning inside out Yeah!
And floating around in ecstasy
So don't stop me now
Don't stop me
'Cause I'm having a good time having a good time
I'm a shooting star leaping through the sky
Like a tiger defying the laws of gravity
I'm a racing car passing by like Lady Godiva
I'm gonna go go go
There's no stopping me
I'm burning through the sky Yeah!
Two hundred degrees
That's why they call me Mister Fahrenheit
I'm trav'ling at the speed of light
I wanna make a supersonic man out of you
Don't stop me now
I'm having such a good time
I'm having a ball
don't stop me now
If you wanna have a good time just give me a call
Don't stop me now ('cause I'm havin' a good time)
Don't stop me now (yes I'm havin' a good time)
I don't want to stop at all
I'm a rocket ship on my way to Mars
On a collision course
I am a satellite I'm out of control
I am a sex machine ready to reload
Like an atom bomb about to
Oh oh oh oh oh explode
I'm burning through the sky Yeah!
Two hundred degrees
That's why they call me Mister Fahrenheit
I'm trav'ling at the speed of light
I'm gonna make a supersonic woman of you
Don't stop me, don't stop me
Don't stop me, hey hey hey!
Don't stop me, don't stop me ooh ooh ooh (I like it)
Don't stop me, don't stop me
Have a good time, good time
Don't stop me, don't stop me Ah
I'm burning through the sky Yeah!
Two hundred degrees
That's why they call me Mister Fahrenheit
I'm trav'ling at the speed of light
I wanna make a supersonic man out of you
Don't stop me now
I'm having such a good time
I'm having a ball
don't stop me now
If you wanna have a good time just give me a call
Don't stop me now ('cause I'm havin' a good time)
Don't stop me now (yes I'm havin' a good time)
I don't want to stop at all
Queen
Composição: Freddie Mercury
By Mariana às 7:27 PM
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Quarta-feira, Setembro 10, 2008
Tenho observado ultimamente alguns colegas de trabalho que estão se formando na faculdade ou acabaram de "sair do forno", loucos por um estágio ou primeiro bom emprego. E percebo que, por mais que nós professores - pelo menos os que pensam como eu - tenhamos ensinado que o mercado exige profissionalismo, que a competição é acirrada, que todas as etapas de emprego são importantes, estes cidadãos ainda despreparados projetam um trabalho que imaginam estar
à altura de suas competências e que
faça valer o esforço e a dedicação de anos de estudo na faculdade...
Ora bolas! Primeiro, como mensurar esforço e dedicação?
Segundo: Concluir uma graduação é sair por aí cheio de teorias aplicáveis e achar que já possuem estratégias e competências de negócios?
Sabemos que as faculdades não formam profissionais gabaritados...Elas ajudam o aluno a projetar o futuro e ampliar seus conhecimentos, preparando-o para enfrentar um ambiente profissional. E enfrentá-lo significa desafiar a inteligência e buscar diariamente um melhor resultado.
Uma coisa é conteúdo, outra é forma...
Poucos tem a sorte de começar assumindo um cargo de responsabilidade...E isso também não quer dizer que veio de um esforço ou está à altura de reconhecimento. O mérito vem com o tempo e - aí sim - a dedicação e o esforço do dia-a-dia de trabalho.
O discurso é sempre o mesmo: "Não estudei onde estudei para chegar aqui e ficar colando etiquetas ou carregando caixas..."
"Eu não estou sendo aproveitado aqui, só me pedem para montar tabelas e fazer ligações..."
Afinal, o que é ser um estagiário?
Estágio, no sentido literal da palavra, significa etapa. E esta etapa é o começo de muitas que este idealista - ainda cru em muitas atividades que dizem respeito à sua profissão - terá que passar, aprendendo e aperfeiçoando suas competências.
Estamos fritos se tivermos que contar só com teorias e elucubrações. O operacional é grande amigo da estratégia e caminham juntos rumo à eficácia.
E concluindo: Só sabe ensinar e delegar, quem teve a humildade de aprender e fazer valer o conhecimento adquirido.
By Mariana às 10:40 PM
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Quarta-feira, Julho 09, 2008
Você percebe que está com três décadas de vida, quando....
- Seus amigos 10 anos mais novos te contam algo que aprontaram na noite e, quando você diz: "Eu já passei por isso", eles questionam... "Você???"
- Você vai a uma festa de família e todos os seus primos que você carregou no colo já estão beijando na boca...
- As músicas da rádio Transamérica e Jovem Pan são "jovens demais" e você prefere ouvir a Kiss FM ou a Nova Brasil. Isso quando não prefere aproveitar o trânsito para ouvir as notícias da Rádio CBN.
- Shows de pista já incomodam...
- Filas na balada incomodam... Balada? O que é isso?? Ainda bem que no bar você pode sentar...
- O fígado já não é o mesmo...E não tem mais graça ficar bêbado na balada...
Mulheres sofrem ainda mais quando estão solteiras nesta fase - o que felizmente não é o meu caso, estou muito bem acompanhada - pois todo rapaz (rapaz é termo de "velho") que conhecem já pensam que elas querem casar e ter filhos (o que não deixa de ser uma verdade)
Enfim, estas e outras coisas (que até circulam nos "spans" de e-mail) fazem parte de uma fase da vida que lhe cobra seriedade, decisões, estratégias e muita paciência. E além todo o stress, ainda vem alguns te lembrar que a fase de descobertas já passou. Agora é fazer acontecer!! Porque o tempo voa e você tem que olhar para frente...
By Mariana às 10:53 PM
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Retirei este texto do blog do meu amigo Sylvio Montenegro
http://ferinomasdoce.zip.net/Nem preciso dizer o que eu acho deste assunto, né?
Elegância
(Toulouse Lautrec)
Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento. É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.
É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até à hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto. É uma elegância desobrigada.
É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam. Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no boca a boca.
É possível detectá-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir a frentistas.
Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.
É possível detectá-la em pessoas pontuais.
Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem presenteia fora das datas festivas, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está.
Oferecer flores é sempre elegante.
É elegante não ficar espaçoso demais.
É elegante você fazer algo por alguém, e este alguém jamais saber o que você teve que se arrebentar para o fazer...
É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao outro.
É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.
É elegante retribuir carinho e solidariedade.
É elegante o silêncio, diante de uma rejeição....
Sobrenome, jóias e nariz empinado não substituem a elegância do gesto.
Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante.
É elegante a gentileza... atitudes gentis falam mais que mil imagens...
Abrir a porta para alguém... é muito elegante.
Dar o lugar para alguém sentar... é muito elegante.
Sorrir, sempre é muito elegante e faz um bem danado para a alma...
Oferecer ajuda... é muito elegante.
Olhar nos olhos ao conversar, é essencialmente elegante.
Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural pela observação, mas tentar imitá-la é improdutivo. A saída é desenvolver em si mesmo a arte de conviver que independe de status social: é só pedir licencinha para o nosso lado brucutu, que acha que "com amigo não tem que ter estas frescuras".
Se os amigos não merecem uma certa cordialidade, os inimigos é que não irão desfrutá-la.
Educação enferruja por falta de uso.
E, detalhe: não é frescura.
By Mariana às 8:39 PM
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Sexta-feira, Fevereiro 01, 2008
Dois anos de luta
Sem entender o porquê
Nem sempre os olhos são francos
Só precisamos sentir...
Será que fui eu?
Argumentos, lamentos...
Dois anos passando
Tormenta e esperança
Descoberta boa que nos faz crescer
Só precisamos sentir...
Parece que não fui eu
Busca pela verdade...
Dois anos completos
Recebo meu troféu
Um novo passo
E lá vou eu recomeçar a sentir
Só precisamos sentir...
Novas tentativas...
Verdade à tona
Ou coberta com lona?
Não me interessa mais,
Quero apenas curtir
E sentir...
Poder brilhar!
By Mariana às 11:02 AM
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Quinta-feira, Novembro 29, 2007
Começando pela minha área...
Fico indignada com certas atitudes em eventos e, quando paro para pensar de onde vem tal comportamento, lembro dos dias de aula na sala de uma faculdade, ou de como estamos mal acostumados em sermos servidos sem retribuir com educação...
Em eventos que participo ou trabalho, é constante o barulhinho do celular durante uma palestra ou apresentação. Nem vou comentar mais sobre isso...Todos sabem deste terrível comportamento, mas insistem em manter a desculpa do esquecimento. "Quando vejo, já tocou..."
Ah, "se toca", folgado! Para que serve o vibracall?Mas a pior - e mais incômoda na minha opinião - é a tal da porta aberta. Não temos como evitar um entra e sai em um evento onde as pessoas estão atentas aos celulares e compromissos paralelos e onde se pode optar por mais de uma apresentação ao mesmo tempo. Este poder de escolha está cada vez maior em um evento técnico, devido à diversidade de assuntos e à falta de tempo de apresentá-los um de cada vez. Porém, o lado negativo disto reflete diretamente ao palestrante e à platéia, que se sentem incomodados com o entra e sai e com as portas do auditório sempre abertas.
Sempre abertas? Como assim?
É porque esquecem o rabo e vão entrando...
(
Antes fosse no sentido de ser sempre bem-vindo!)Imagine comigo esta situação:
Tenho um programa em mãos; escolho um tema e vou assistí-lo na sala A. A sala está aberta porque a palestra ainda não começou. Assisto um pouco e vejo que o assunto não é do meu interesse e na sala B está rolando outra discussão. Beleza, posso ir...Afinal paguei por um evento cheio de opções...
Chego na sala B e esta está com a porta fechada porque a palestra já começou.
Qual seria o meu comportamento??
Abrir a porta, entrar e FECHAR A PORTA.
Lógico: Sujou, limpou. Abriu, fechou.
Mas não..."nós", quando clientes, estamos acostumados a entrar em um lugar e deixar a porta aberta. Muitas vezes, em lojas ou consultórios por exemplo, a porta fecha sozinha. Em hotéis e restaurantes, muitas vezes temos quem a feche para nós. Mas se não forem esses os caso, o que manda é o bom senso. Abriu a porta, feche!!!!!
Quando nós nos consideramos clientes, nos consideramos poderosos e os que estão nos prestando serviços estão sendo pagos etc, etc.
Eu tenho um programa na mão e placas de sinalização espalhadas por todo o local, mas é mais fácil perguntar para a moça que está com um crachá de staff e com certeza tem que me dar atenção. E para que fechar a porta se eu tenho seguranças espalhados pela sala que, ao zelarem pelo evento, logo correrão para fechá-la e manter o silêncio na sala?
O cliente tem sempre razão e deve estar satistifeito...mas por isso pode ser mal educado e perder o respeito pelos demais? Não digo nem só pelos funcionários, mas também pelos próprios colegas - outros clientes - que tem que aguentar o barulho e o tumulto. Desrespeito!!
****
Sem contar os clientes que ligam no sábado à tarde, no seu celular, para perguntar sobre coisas de trabalhos que serão entregues dentro do prazo, mas ele resolveu que quer para já...
Ouvi uma vez de um colega italiano - ao jogar uma casca de banana no chão da sala de aula - que ele acha certo sujar se tem alguém pago por ele para limpar. E olha que havia um lixo a menos de 1m dele...
Referi-me no começo às salas de aula de faculdades (e se boberar, ocorre nas de ensino fundamental também), por ver o vai e vem de alunos na sala de aula, desrespeitando o professor, saindo para atender telefones, ir ao banheiro, conversar ou simplesmente porque querem dar uma volta...
Para que temos um intervalo??Bom, mas como um aluno me falou uma vez - e a instituição concorda - o aluno é o cliente...e tem sempre razão.
Sujar as ruas da cidade, furar fila, deixar cocô de cachorro na calçada e por aí vai...
Aonde vamos parar???????
By Mariana às 11:28 AM
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Sexta-feira, Outubro 05, 2007
E no final das brincadeiras o melhor é a certeza de que a gente brincou. Pelo prazer de estar vivo, pela honra de desfrutar de cheiros, tatos, barulhos e afetos. Que a gente ande por aí orgulhosos dos nossos privilégios e alegrias. Conta pra mim o que vê e eu andarei por nós; olha pra mim, olha por mim e eu te levo. O mundo todo é assim. Que seja assim!! Que quem não canta dance a voz do outro! Quem não toca, que dance pousado nos acordes de quem toca. Porque perfeito só tudo junto. Só uma das mãos não faz o aplauso, só uma boca jamais fará o beijo. Todos juntos, sim, podem formar a imensa risada que quando for realmente enorme Deus vai ouvir e nunca mais vai se sentir sozinho.
Oswaldo Montenegro
By Mariana às 11:43 PM
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Quinta-feira, Agosto 09, 2007
Meu País -
Ivan LinsAqui é o meu país
No seio da minha amada
Nos olhos da perdiz
Na lua na invernada
Nas trilhas, estradas e veias que vão
Do céu ao coração
Aqui é o meu país
De botas, cavalos, estórias
De yaras e sacis
Violas cantando glórias
Vitórias, ponteios e desafios
No peito do Brasil
Aqui é o meu país
Dos sonhos sem cabimento
Aqui sou um passarim
Que as penas estão por dentro
Por isso aprendi a cantar, cantar
Voar, voar, voar
Me diz, me diz
Como ser feliz em outro lugar
By Mariana às 12:42 PM
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